Na segunda-feira que se passou (15/01), resolvi ir à Guaratuba para passar a noite de carnaval por lá, e voltaria logo na terça.
Fui para a rodoviária comprar a passagem para lá, e consegui ônibus para as 09:00h, então fiquei acordado a madrugada toda e peguei o ônibus. Mal sentei no meu assento e dormi. Abri os olhos e estávamos em meio à BR-277, concessionada pela Ecovia (a qual cobra um pedágio fortunoso no trecho Curitiba - Paranaguá) e deparei-me com um outdoor que dizia o seguinte:
"Eu amo IML"
Bom, em primeiro lugar, como estávamos rápidos, achei que havia visto equivocadamente a placa, pois estava com um sono extremo. De repente, aparece outra:
"Eu amo cova"
Foram as duas placas que vi, mas depois, pesquisando na internet, vi mais um monte, como "Eu amo atadura", etc.
Qual é a diferença de uma campanha educacional para a redução dos acidentes de trânsido e a apelação, tentando, através do medo, fazer as pessoas terem mais prudência no trânsito?
Este é novamente mais um modo brasileiro de tentar resolver seus problemas, inserindo o medo nas pessoas, assim como foi com o surto da Gripe Suína em Julho de 2007, tentando prender as pessoas às suas casas.
Achei inútil a campanha e a cada dia fico mais adepto a viajar para Guaratuba pela estrada de Garuva. |