Estamos diante do encerramento de mais um capítulo de nossas vidas, de uma coletânea de história que criamos e contaremos a nós mesmos nos anos subsequentes. Como fiz ano passado, adoraria poder escrever aqui os fatos mais memoráveis deste ano que agora está por acabar, as pessoas que influenciaram-me durante este período de trezentos e sessenta e cinco longos dias (na verdade, trezendos e sessenta e três, pois ainda temos dois pela frente).
Doravante, creio que a melhor forma de expressar os versos e fatos deste ano será montando uma ordem cronológica destes, claro que alguns serão esquecidos, infelizmente, porém, em algum momento, poderão retornar instantaneamente à minha cabeça.
O ano começou com meus olhos e humor voltados a uma festa familiar que aconteceria, e aconteceu, em Dourados, no Mato Grosso do Sul. Aquilo parecia algo comum, como grandes quermesses, onde todos sentam, comem e depois dançam em um momento de união daqueles que há muito tempo não se viam. Para que a viagem se tornasse mais aventurada, e divertida, coloquei no papel a vontade de esticar esta viagem até Bonito, no mesmo estado. Então fomos eu, minha mãe, Angélica, meu tio, Claudio, minha tia, Angela e minha prima, Mariana, de carro, rumo a Dourados.
Lá deparamo-nos com a forte chuva que caía sobre a cidade que, com as marcas de terra pelo asfalto e pelas entradas das casas, fez com que nos sujássemos de barro com uma facilidade enorme. Porém, a festa foi mais bacana do que eu esperava. Pude conhecer parentes da Espanha, entrar em contato com parentes que antes desta data não sabia nem que existiam e, claro, provar das diversas regalias que aquela festa nos oferecia. Infelizmente meus irmãos não foram, porém foi muito bom poder prestigiar uma viagem ao lado da família, pois acredito que nunca havia feito antes uma viagem a um local a mais de cem quilômetros de Curitiba com a minha mãe.
Depois que passaram-se os três dias da festa, na qual, no último dia, molhamos nosso rosto com o pranto indispensável de ver em um telão as fotos daqueles parentes que se foram, como meu avô, Fefê, pegamos o carro e nos dirigimos à sensacional cidade de Bonito.
Na foto, eu fazendo flutuação no Aquário Natural, em Bonito/MS.
Aquilo parecia um sonho para quem é viciado em ecoturismo, a natureza e a cidade entravam em um contraste tão perfeito que poderia estampar uma tela do Portinari, e as flutuações que fizemos em dois rios foram momentos em que esquecemos do mundo bárbaro e cruel que nos cerca por todos os lados. Depois de três dias lá, voltamos a Curitiba, afinal, em fevereiro, as aulas na faculdade iriam começar, e naquele período eu adoraria estar disposto a tirar notas excelentes.
Meu contrato com a Secretaria de Educação do Paraná tinha validade no dia 31 de janeiro e, quando este penumbroso dia estava por chegar, eu realmente não sabia o que seria do meu futuro próximo. Felizmente houve uma negociação felicíssima e foi feito um novo contrato e, de quebra, eu recebi o acerto do antigo.
Este acerto fez-me criar planos.
Como minha principal atividade de lazer é viajar, coloquei na minha cabeça que adoraria conhecer Santiago, no Chile, poder provar de vinhos excepcionais, esquiar, e outras atividades que somente lá poderia fazer.
Guardei o dinheiro em um CDB no Banco do Brasil e comecei a planejar, de uma forma mais concretizada, o que seria a melhor viagem da minha vida. (Logo comento sobre ela).
Em meados de fevereiro, diante das especulações sobre as festas que aconteceriam nos dias de carnaval, durante uma conversa totalmente informal, em uma mesa de bar, eu e meu pai resolvemos pegar um avião e conhecer o Uruguai, no final do mês.
Foi uma decisão repentina, e no mesmo dia compramos as passagens e reservamos o hotel.
Porém, antes da viagem, comecei a fazer parte de um grupo o qual merece algumas linhas de comentários, pois faz parte, de uma maneira muito influente, da minha vida, hoje.
Em Julho do ano passado inscrevi-me num site chamado "Couch Surfing". Todas as palavras nele eram em inglês, e aquilo parecia uma bagunça enorme, o que, no começo, não despertou, de forma alguma, meu interesse. A recomendação desta página foi feita por uma colega, dias antes de eu viajar para Belo Horizonte, e a mensagem dela era a de que lá eu encontraria pessoas que ajudariam-me na minha viagem. Confesso não ter acreditado muito.
Depois de aprender um pouco mais de inglês, mesmo que ele ainda não seja bom o suficiente para eu conversar de forma natural com algum nativo, pude ter um acesso mais abrangente a este site, e, em meados de fevereiro, voltei a acessá-lo.
A ideia do site era, e é, simples. Eu conheço pessoas no mundo inteiro que adoram viajar. Bom, caso a ideia fosse somente conhecer e trocar experiências, acredito que não teria muita graça. Mas algo intrigava-me, eu poderia hospedar-me na casa de uma destas pessoas quando viajasse e vice-versa.
Entrei no grupo de Curitiba e conheci algumas pessoas as quais até hoje são grandes amigos, como o Helder, o Ozir, a Liege e a Eliane. Depois disto, acessava em todos os momentos possível para tentar ajudar aqueles que estavam por chegar em Curitiba, e tinham dúvidas sobre esta nossa linda cidade. Então recebi o primeiro pedido para alguém hospedar-se na minha casa. Tratava-se de um garoto pernambucano, de Recife, que iria passar uns dias aqui e depois iria a Buenos Aires.
Como não tinha quase experiência alguma, aceitei o convite e veio a Curitiba um amigo que com certeza será para a vida inteira, o Eduardo Figueiroa, que fez da viagem para Curitiba uma das melhores da sua vida, e ficamos muito felizes (nós, do grupo de Curitiba) em poder ajudá-lo nesta viagem.
Como eu e meu pai havíamos programado uma viagem ao Uruguai, ele foi junto conosco e, desta forma, podemos aproveitar de uma maneira muito mais espontânea a nossa viagem.
Foi a minha primeira viagem de avião no ano, e foi espetacular conhecer a antiga e bem cuidada cidade de Montevideo e a belíssima (e chique) praia de Punta del Este. Neste local podemos encontrar outras pessoas do Couch Surfing, então saímos à noite, nos divertimos, e pude curtir momentos mais familiares também, nas saídas mais formais que lá fazia com meu pai.
Na foto, da esquerda para a direita, Eduardo Figueiroa, meu pai (André), irmão do Eduardo, que lá conhecemos, e eu.
Sem ter o que fazia em uma usual entediante viagem de avião, pedi emprestado o jornal de Montevidéu a um rapaz que sentava à minha frente.
Ao acessar o caderno de cultura, vi que haveria um concerto de rock com uma banda chamada Graffolitas, no dia posterior àquele ao qual eu estava lendo a notícia. A banda é excepcional, quem tiver a oportunidade, conheça, e, sozinho, tive a oportunidade de ver o show deles e, no final, ganhar um CD autografado destes.
Voltando a Curitiba, novamente entrei em sala de aula para dar continuidade ao curso de física. Novamente encontrei os bons amigos da faculdade, Enilton, Edmar, Giovan e Samuel e estudei tanto que passei em todas as matérias sem pegar final, pois, se pegasse, não poderia ir ao Chile em Julho.
Em Abril, aceitando um convite do meu irmão, fui junto com ele (Alisson) e minha cunhada (Everlin), no feriado de Tiradentes, conhecer a cidade do Rio de Janeiro. Fui de "vela", concordo, mas foi muito bacana poder prestigiar mais uma viagem familiar, na qual aproveitamos diversas vezes a badalada noite carioca. Quanto à cidade, que, como diz a música "Alagados", dos Paralamas do Sucesso, tem os braços abertos num cartão postal, com os punhos fechados pra vida real, eu a achei extremamente bonita, porém com muitos contrastes que uma cidade grande como ela apresentam. Mesmo não sendo tão fã desta correria que é o Rio de Janeiro, em uma das noites conhecemos um bar chamado Garota de Ipanema, onde Vinicius de Moraes estava sentado quando escreveu a "Garota de Ipanema", e lá encontramos uma jovem turca, a Naz e, mesmo não sabendo falar inglês, podemos nos comunicar com ela de uma forma muito divertida.
No outro dia combinei com alguns cariocas do Couch Surfing de irmos conhecer os bares da Lapa. Então nos encontramos com a carioquíssima Daniele Pires por lá e podemos tomar alguns chopps e darmos várias risadas numa mesa de bar em um bar extremamente elegante.
Na foto, eu, meu irmão, minha cunhada, a Daniele e um garoto e uma garota os quais infelizmente não lembro-me o nome, no Rio de Janeiro.
Maio e Junho foram dois meses extremamente corridos com a faculdade, onde passei madrugadas estudando física com os colegas, e estive longe das viagens mas com o plano feito de conhecer Santiago do Chile.
Nesta época nós, do Couch Surfing, resolvemos fazer uma viagem para um rafting no Rio Ribeira, em Cerro Azul, próximo à Curitiba. Lá tive a oportunidade de conhecer diversos outros membros do grupo e, claro, divertir-me em uma excelente aventura. Conheci o Carlos Petrauskas que, ao saber da minha viagem a Santiago do Chile, em Julho, aceitou prontamente ir junto.
Foi quando começou o surto da Gripe Suína e, três dias antes de eu embarcar para o Chile, o Ministro da Saúde deu a declaração de que era para procurar cancelar viagens para a Argentina e Chile.
Alguns familiares e amigos aconselharam-me para que não viajasse mas, como a vontade de fazer isto era maior do que o medo de contrair o novo vírus que havia matado 80 pessoas lá, eu peguei o avião, coloquei uma máscara e fui.
No avião conhecemos duas garotas aqui do Paraná, mas infelizmente não lembro-me o nome delas, muito menos seus e-mails, apenas lembro-me que estavam morrendo de medo da viagem de avião. Depois de uma conexão demorada em Montevidéu, chegamos à noite em Santiago, no dia 13 de Julho, cansados, pegamos um ônibus e fomos direto à casa do rapaz que iria nos hospedar, o qual conhecemos através do site do Couch Surfing.
Chegamos na linda casa de Nelson Olate, onde este morava com sua mãe e uma amiga dela, e fomos recepcionado com um simples e gostoso "café da noite" lá. Como estava escuro, não foi possível observar quase nada na cidade, apenas as diversas luzes que desta faziam parte.
A família que nos hospedou lá foi extremamente receptiva e nos ajudou muito a fazer desta viagem de uma semana um momento excepcional.
Logo ao despertar, no outro dia de manhã, tive da janela uma das vistas mais bonitas que já tive, a da enorme Cordilheira dos Andes coberta com um gordo manto de neve. Nos primeiros dias, conhecemos o grupo do Couch Surfing de lá, fizemos esqui, conhecemos diversos pontos turístimos, nos divertimos de uma forma incomparável.
No dia dezessete de Julho era meu aniversário, então convocamos todos do Couch Surfing a fazer uma festa lá. Antes disto, durante a tarde, fomos conhecer um dos pontos turísticos mais bonitos da cidade, o Cerro San Cristóbal, junto com uma garota de Guarapuava que conheci pela internet, a Denise Reiter.
Ao chegar novamente no apartamento para arrumar-me à festa, deparei-me com uma pequena festa surpresa que a famíliad e Nelson fez, com bolo, velinhas e outras regalias alimentares. Não consegui conter-me de felicidade de estar tendo uma festa com pessoas que há três dias eu havia conhecido, foi um momento excepcional. Então, depois disto, tomei um banho e fui à festa. Achava que teriam poucas pessoas, mas haviam uns cinquenta membros do CouchSurfing, esperando-me com bolo e muita alegria, e também deparei-me com meu nome no telão do bar. Conheci lá diversas pessoas extremamente especiais, como a Mariella, a Angelica, a Beatriz, o Marco, Luiz Tenuta, etc.
Depois disto, demos continuidade à nossa viagem, conhecemos a lindíssima Viña del Mar, palco também da Copa do Mundo de 1952, e, no dia 20 de Julho, retornamos à Curitiba.
Na foto, eu, ao meio, com o Petrauskas, que foi comigo, e outros colegas que lá conhecemos, fazendo esqui próximo à Santiago.
Quando chegamos a Curitiba, nos deparamos com a triste notícia de que a Gripe Suína estava fortemente instalada aqui, matando mais e mais pessoas a cada dia.
Felizmente não tive problema algum com ela, mesmo estando numa cidade que antes era considerada um "ambiente de risco". De lá trouxe apenas lembranças excepcionais.
Em agosto, as aulas, que começaram atrasadas, estavam cuspindo conteúdo sobre os alunos e acabei por faltar muitas aulas na faculdade, e acabei deixando o período de lado em meados de setembro, o que causou algumas broncas por parte do meu pai e da minha mãe, porém, olhando para trás, acabo por não arrepender-me, pois não aprenderia o conteúdo de boa forma e aprendi diversas coisas neste período que da sala de aula estava ausente.
Em meados de agosto, conheci diversas outras pessoas do grupo de Curitiba, do Couch Surfing, como o Tiago Ribas, a Thaís, o Albanaz, etc.
Em setembro, como trabalhava com PHP (linguagem de programação para páginas de internet e sistemas), programando o sistema que coordena o concurso para professores de 2007 da Secretaria de Educação, e fazendo projetos freelancer para a Conceito Ideal (falando em nomes, à Florence e ao Fernando) e para a Simples Publicidade (do Robson e do Gennaro), comecei a aprofundar-me com um conteúdo novo, chamado de Ajax.
Madrugadas fuçando livros e apostilas sobre este ajudaram-me com diversas coisas nos sites e sistemas que agora faço, e espero que esta ferramente seja indispensável no ano de 2010.
Não comentei, mas devo colocar uma observação, que eu Março eu comecei a dar aulas de WebDesign na Centrotec, uma escola de informática próxima à minha casa, onde estou até hoje, e a isto agradeço ao pessoal que cuida de lá, como o Paulo (que saiu em setembro), o Ricardo, o Marcos e, claro, os alunos.
Em Setembro, ao conversar com aquele colega que em fevereiro havia conhecido, Eduardo Figueiroa, fui informado que ele estava morando na praia de Porto de Galinhas, próxima à Recife, e acabei por planejar uma viagem de uma semana ao Nordeste.
No começo de Abril, embarquei para Natal. O lugar é realmente lindo, pude conhecer diversas pessoas do Couch Surfing, como a Vanessa Lima, o Emiliano (argentino), o Erich Costa, a Natália Falcão, o Felipe, o Danilo, etc.
Na foto, eu em Natal.
De Natal, peguei um ônibus e fui à lindíssima Praia da Pipa, junto com o argentino Emiliano e com os Islandês Tommy. A praia é realmente excepcional.
De lá fui para Recife, onde cheguei à noite e fui direto encontrar alguns membros do Couch Surfing na parte antiga da cidade, para algumas cervejas e muitas risadas. A este momento, agradeço à Carol Castro, ao Raphael Alves e às outras pessoas que fizeram daquele momento algo muito bacana. Dormi lá e no outro dia à tarde fui para Porto de Galinhas. É um lugar sem comentários, a natureza dá um belo espetáculo, onde a água e a areia encontram-se em uma lindíssima praia. Fiquei na casa do Eduardo Figueiroa, e por lá conheci um outro rapaz que ajudou-me muito na viagem també, o Felipe Dutra.
Na foto, eu na lindíssima praia de Muro Alto, em Porto de Galinhas.
De lá fui para Recife, onde fiz um rápido City Tour pela cidade, e por Olinda também, e, posteriormente a isto, peguei um ônibus e fui para João Pessoa.
Lá reencontrei com a Vanessa Lima, que conheci em Natal, e esta levou-me para conhecer os lugares mais excepcionais da cidade. Em primeiro lugar, deparei-me com o Coco a 70 centavos na beira da praia.
De João Pessoa, fui à Recife e no outro dia voltei à Curitiba.
De lá para cá, continuo estudando Ajax, virando madrugadas para aprofundar-me neste assunto, fui visitar minha avó paterna perto de Campo Mourão e passei uma deliciosa noite de Natal em família, com minha mãe, meus irmãos, minhas duas cunhadas e alguns parentes de uma delas.
Agora aguardo pelo reveillon.
A todos aqueles que fizeram parte deste ano de tantas histórias para contar, de tantas aventuras que tive, das broncas que envolveram o fato de eu ter deixado de lado a faculdade neste último período, muito obrigado por terem participado da minha vida neste ano.
Agradeço à minha família próxima (Angélica, André, Alisson, Angel) por terem estado ao meu lado no ano inteiro, ao meu tio Angelo que, além de ter falado diversas coisas divertidas, como sempre, foi meu cliente para o site de sua construtora, também. Em si, agradeço a todos os familiares com os quais pude dar risadas até nos almoços de domingo em algum lugar.
Agradeço também à todos aqueles que fizeram com que meu trabalho na Secretaria de Educação seja prazeroso, como a Marinês, a Denise, a Keuko, a Jô, o Milton (é excepcional conversar sobre política com este cara), o Marcelo (que de três palavras fala quatro são de conotação sexual), a Graziela, o Alexandre Sperancetta, a Renatis, a Sueli e também a todos aqueles que durante quatro horas por dia aturaram minhas piadas contra o Coritiba, principalmente quando este acabou por ser rebaixado, e à todos os outros que aqui não listei.
Não posso esquecer também dos trabalhos com agências, e de agradecer ao Fernando, à Florence, ao Gennaro, ao Robson e ao Valmir, da RCM Comunicações.
Os colegas da faculdade e da vizinhança também tiveram um papel muito importante, mesmo eu, em alguns momentos, estar longe destes, como o Enilton (o qual demos muitas risadas em seu casamento), Samuel, Giovan, Edmar, Erick, Ivan, Lúcio, Álvaro, André Raulino, Melina, Pérside, etc.
A todos do Couch Surfing que tornaram-se amigos da noite para o dia, como o Carlos Petrauskas, Nelson Olate, Radamés, Apgaua, Mariella, Beatriz, Emiliano, Vanessa Lima, Erich Costa, Carol Castro, Raphael Alves, Daniele Pires, Naz, Annika, Rafael Freitas, Albanaz, Liege, Helder, Ozir, Jesus (o menino prodígio), a Thaís, o Tiago Ribas, etc.
Também devo lembrar daqueles com os quais fiz barulho musical este ano, como o Wilson Suzuki, o Marco Antônio, o Marlon e o Willian.
À todos aqueles que conheci recentemente, como a Sindy, a Mayara Camila, a Paloma, a Aline, a Patrícia, a Rosana, etc, espero que em 2010 possamos nos comunicar mais.
Àqueles amigos que não tenho conversado recentemente, como a Ana Jenzura, o Júlio (que sempre auxiliou-me com o PHP), a Carol Lautert, a Thaís Ramos, espero que em 2010 as coisas sejam muito mais fáceis que este ano.
Àquele que é responsável por ter ligado-me às duas empresas para as quais eu faço trabalhos freelancers hoje, o Jean, também, obrigado pela grande ajuda.
Na conferência latino-americana de PHP que participei em Novembro, em São Paulo, conheci diversas pessoas bacanas, mas destaco os colegas Alexandre e Isaque, os quais estavam no mesmo hotel, valeu! Espero que em 2010 possamos fazer mais alguns Coding Dojo!
É isto aí, conforme for lembrando, vou postando aqui as pessoas que com certeza foram importantes para que o ano de 2009 fosse o melhor da minha vida!
E, claro, não posso esquecer-me do Rafael Bondesan que, mesmo não estando mais entre nós, traz a todos sempre lembranças excepcionais.
Pessoal, valeu, fiquem com Deus e tenham todos um excelente ano de 2010!
Com carinho,
Alan |